quinta-feira, 24 de março de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
num aperto, uma saudade gigante.
E nas horas que paro um instante, assim, num instante quase infinito, que me vem um aperto de saudade, lembrando o quanto é bom ver-te por perto, e ter-te bem perto.
E pode perguntar, que é por conta dessa saudade que eu ando assim, meio cabisbaixa, meio sem cor, carregando um sorriso sem graça no rosto, que só se torna genuíno mesmo, quando penso em daqui alguns dias, o dia de você chegar.
Vem logo, viu? Que meu abraço é do tamanho dessa saudade, do tamanho desse infinito, que eu tenho pra te dar.
E pode perguntar, que é por conta dessa saudade que eu ando assim, meio cabisbaixa, meio sem cor, carregando um sorriso sem graça no rosto, que só se torna genuíno mesmo, quando penso em daqui alguns dias, o dia de você chegar.
Vem logo, viu? Que meu abraço é do tamanho dessa saudade, do tamanho desse infinito, que eu tenho pra te dar.

Foto: Milena Palladino
Resto do Post
terça-feira, 23 de novembro de 2010
6:30 a.m.
Essa noite eu conheci uma mulher.
Uma mulher que mais parecia uma menina, com seus trejeitos de inocência, pureza e fragilidade.
Aparência que contradizia totalmente com o seu olhar. De onde veio esse olhar desconfiado? E esse jeito de falar...?
- Afinal, que idade você tem menina?
Quando parei para saber da sua essência, da sua vida, me intrigou o tanto que havia pra ouvir, entender.
- Não sei exatamente quando me olhei no espelho e me senti tão velha. Velha? Acho que não seria essa palavra. Mas eu mudei, muito... As coisas tomaram um rumo em que eu tive que tomar as decisões tão rapidamente, que talvez eu tenha esquecido de olhar pra mim.
E de repente estou aqui, olhando essa menina aparentemente tão pequena, doce e nova... Mas como seria descrevê-la por dentro? Teria rugas do amadurecimento, os pés calejados ou talvez um olhar de experiência adquirida por anos? Não sei.
Mas não a julgue pelo que se vê.
A força, não se sabe de onde tira, mas ela existe. Talvez possa chamar até de impulso vital, como Caio a ensinou em um de seus textos tão remoídos.
Assustei-me quando começou a chorar.
- Me leva pra casa? - Foi o que ela disse.
E eu a levei. Troquei sua roupa, a cobri com edredons, e abracei tão forte, que pensei que ia sufocar. Deixei que chorasse até cair no sono.
6:30 a.m.
Acordo com os olhos inchados, e a menina não está mais sob minha cama.
Olho o espelho assustada.
A menina era eu.
Uma mulher que mais parecia uma menina, com seus trejeitos de inocência, pureza e fragilidade.
Aparência que contradizia totalmente com o seu olhar. De onde veio esse olhar desconfiado? E esse jeito de falar...?
- Afinal, que idade você tem menina?
Quando parei para saber da sua essência, da sua vida, me intrigou o tanto que havia pra ouvir, entender.
- Não sei exatamente quando me olhei no espelho e me senti tão velha. Velha? Acho que não seria essa palavra. Mas eu mudei, muito... As coisas tomaram um rumo em que eu tive que tomar as decisões tão rapidamente, que talvez eu tenha esquecido de olhar pra mim.
E de repente estou aqui, olhando essa menina aparentemente tão pequena, doce e nova... Mas como seria descrevê-la por dentro? Teria rugas do amadurecimento, os pés calejados ou talvez um olhar de experiência adquirida por anos? Não sei.
Mas não a julgue pelo que se vê.
A força, não se sabe de onde tira, mas ela existe. Talvez possa chamar até de impulso vital, como Caio a ensinou em um de seus textos tão remoídos.
Assustei-me quando começou a chorar.
- Me leva pra casa? - Foi o que ela disse.
E eu a levei. Troquei sua roupa, a cobri com edredons, e abracei tão forte, que pensei que ia sufocar. Deixei que chorasse até cair no sono.
6:30 a.m.
Acordo com os olhos inchados, e a menina não está mais sob minha cama.
Olho o espelho assustada.
A menina era eu.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
'E tudo faz sentido...'
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Bom dia, primavera!

As cigarras começaram a cantar... e olha lá! Tem manga verde no pé! Vem a preocupação de sair com chuva, a tranquilidade de dormir com chuva... O cheiro de terra molhada, a vista nublada. O cerrado fica verdinho! É que a seca foi embora e primavera chegou:
regando corações e florindo sentimentos!
Resto do Post
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Tato, cheiros e atos.
Sinergia
Milena Palladino
Gozo com gosto de travesseiro
em movimentos sinérgicos.
Tremor desprovido de ar.
Nudez no meu peito,
mordidas no teu beijo,
Tudo dito e tudo feito.
Eterna dança sobre lençóis
Deixo-me doce e tua...
E quando já não cabe em mim
Te entrego a carne crua.
Me vejo sedenta
E sem pedir licença
Eis que bebo teu líquido
Até embriagar-me de tua presença.
Noites mastigadas
por insaciável desejo.
Confusão de pernas
nas delícias do que vejo.
Tua boca não é minha
Meu corpo não é teu
Mas tudo é tão óbvio e tão nosso
Quando se trata de você e eu.
(Depois segue a calma
Encontrando no teu colo
A minha alma.)
Milena Palladino
Gozo com gosto de travesseiro
em movimentos sinérgicos.
Tremor desprovido de ar.
Nudez no meu peito,
mordidas no teu beijo,
Tudo dito e tudo feito.
Eterna dança sobre lençóis
Deixo-me doce e tua...
E quando já não cabe em mim
Te entrego a carne crua.
Me vejo sedenta
E sem pedir licença
Eis que bebo teu líquido
Até embriagar-me de tua presença.
Noites mastigadas
por insaciável desejo.
Confusão de pernas
nas delícias do que vejo.
Tua boca não é minha
Meu corpo não é teu
Mas tudo é tão óbvio e tão nosso
Quando se trata de você e eu.
(Depois segue a calma
Encontrando no teu colo
A minha alma.)
Resto do Post
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
mergulhado, enredado.
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